segunda-feira, 18 de abril de 2011

Um pouquinho sobre o Petar


PETAR - 52 anos de preservação / 1958 - 2010



Localizado no sul do Estado de SP, entre as cidades de Apiaí e Iporanga, está o PETAR (Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira). Parque com mais de 300 cavernas, dezenas de cachoeiras, trilhas, comunidades tradicionais e quilombolas, sítios arqueológicos, paleontológicos... é realmente um verdadeiro paraíso escondido entre vales e montanhas e na maior porção de Mata Atlântica preservada do Brasil.
Criado por um decreto em 1958 (Governo do Estado de SP), com cerca de 35 mil hectares de Mata Atlântica preservada, tornou-se depois da década de 90 um dos locais mais perfeitos para a prática de alguns esportes radicais com espeleo, rapel, bóia cross, cascading, bike e, de algumas atividades como educação ambiental e fotografia da natureza.
No Petar você irá encontrar várias espécies de aves, mamíferos de grande porte: como pacas, antas e bugios; e muitas espécies de bromélias, orquídeas e palmito juçara. Além é claro de uma imensa quantidade de córregos e rios com águas cristalinas.´
Sem dúvida o que mais atrai os visitantes ao PETAR são as cavernas.
As cavernas existentes oferecem vários níveis de desafios. Há desde cavernas com enormes rios, com escaladas, mergulhos e rapeis à cavernas com estruturas turísticas, como escadas, passarelas e pontes.
 

Problemas Ambientais

O Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR), no Vale  do  Ribeira  em  São  Paulo,  é  um 
importante centro receptivo de turismo  ecológico, devido ao fato de possuir um dos maiores 
patrimônios espeleológicos do Brasil. 
Dentre seus quatro núcleos, destaca-se o Núcleo Santana como de maior visitação, que juntamente 
com o Núcleo Ouro Grosso, situa-se nas proximidades do Bairro da Serra em Iporanga, margeando o 
Rio Betari, afluente do Rio Ribeira de Iguape. 
Grande número de turistas desloca-se para a região, sobretudo em finais  de  semana  e  feriados 
prolongados, utilizando serviços como hospedagem e restaurante do Bairro da Serra, localidade que 
propicia acesso a diversos atrativos naturais dentro e fora dos núcleos do Parque. 
O crescente fluxo de visitação turística na região e a precariedade do saneamento básico no Bairro 
da Serra acarretam possibilidades de impactos negativos ao patrimônio natural e ao meio ambiente 
humano, constituindo riscos à saúde pública, essencialmente à população local. 
O presente estudo visa avaliar a relação entre a intensa flutuação populacional advinda da visitação 
às cavernas com os riscos à saúde pública, e com  os  impactos  ambientais  negativos  aos  corpos 
d´água  naturais, como a poluição do Rio Betari por esgotos domésticos. Tais informações deverão 
ser úteis para fomentar o processo de planejamento e desenvolvimento sustentável da região.

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